domingo, 14 de março de 2010

Avaliação da Aprendizagem

Ao avaliar, a professora deve valorizar suas observações e anotações regulares, isto é, seu acompanhamento interativo e contínuo da aprendizagem do aluno.
Portanto, a avaliação não é um momento específico, mas o fruto de uma caminhada, um relevante processo que nos possibilita oferecer a melhor abordagem pedagógica e o mais eficiente método didático, considerando as condições individuais do educando e o contexto social, econômico, cultural onde o mesmo está inserido, evidenciando a necessidade de adequação de nossa metodologia às suas dificuldades.
As provas, realizadas em momento específico, são meras formalidades exigidas em muitas escolas.



quarta-feira, 3 de março de 2010

Educação/ questionamentos/ valorização do trabalho do Professor Gaúcho

A educação pública gaúcha, apesar de alguns avanços, deixa a desejar, existindo uma unanimidade de opiniões sobre a má qualidade da escola pública no Rio Grande do Sul.
Concordo: muitas crianças estão na escola, mas a escola que lhes é oferecida é de qualidade? A qualidade de ensino só depende da prática pedagógica do professor e de sua boa vontade?

Com certeza a pedagogia, o afeto, o compromisso e a qualificação do professor são muito importantes nesse contexto. Mas, tendo a certeza de que professores sozinhos podem fazer a diferença, mas não fazem EDUCAÇÃO, na majestade de sua significação, sem estrutura, sem base, sem políticas públicas eficientes e direcionadas para o pleno e digno desenvolvimento de nosso povo. O PROFESSOR é um profissional que precisa ter estrutura e recursos mínimos, necessários, indispensáveis. PROFESSOR é um profissional muito importante na formação de uma sociedade e não um mártir da realidade nacional. Até, porque, um profissional que se preze não merece esse descaso, essa humilhação.
O que me consola, o que me encoraja na caminhada é saber que o meu trabalho e o de muitos outros professores, enquanto PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO, enquanto PROFESSORES/ EDUCADORES, numa realidade educacional deficitária e que não quer ser "incomodada", mesmo estruturalmente deficiente, têm conseguido grandes e significativos resultados. Mas, não sozinhos: graças aos pais de nossos alunos, aos nossos queridos alunos; às comunidades e às equipes gestoras e governantes que sabem da responsabilidade que seus cargos representam concretamente na escrita da História de um ESTADO, de um PAÍS.

Grande parte dos professores gaúchos são guerreiros, sem lanças e sem tacapes, porém, cheios de audácia, coragem, criatividade, consciência social e nacional, construindo um estado lindo, brasileiro e transparente com enormes objetivos:

.Engrandecer o Brasil, tendo orgulho de ser gaúcho.

. Valorizar o povo brasileiro, maravilhoso e digno que Deus ofereceu à essa nação.



quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Avaliação do Curso de Informática com a professora Rose do NTE - 28ª CRE

Foi muito producente e enriquecedor o Curso de Informática que nós, professoras da Escola Estadual Professora Clotilde Rosa, realizamos com a querida e competente Professora Rose, responsável pelo NTE, 28ª CRE , de Gravataí, durante o Segundo Semestre de 2009, no próprio Laboratório de Informática da nossa Escola.
Embora eu já tivesse algum conhecimento e prática das TICS no meu "Ser Professor" contemporâneo e curioso, adorei conhecer melhor sobre o WINDOWS MOVIE MAKER e sobre o MICROSOFT OFFICE EXCEL.
Acrescentou-me tanto na minha prática pedagógica com meus alunos, quanto em minha Graduação à Distância: Licenciatura em Pedagogia que realizo na UFRGS desde agosto de 2006.

domingo, 15 de novembro de 2009

Práticas Pedagógicas - Linguagem Educação

*Que práticas pedagógicas podem ser significativas e capazes de levar o aluno a entender e a expressar-se de posse da Língua Materna?
*Como oportunizar a exploração multifacetada (gostei dessa palavra) tanto da linguagem oral, quanto da linguagem escrita no contexto escolar?
As atividades orais e escritas são melhores entendidas na formação do cidadão leitor/autor crítico e dialógico, num contexto democrático e coletivo. A escola, então, deverá ser um espaço que abra horizontes, oportunizando o conhecimento desse mundo, contribuindo para que a criança compreenda e apreenda a realidade de diversos pontos de vista. A Literatura Infantil, por exemplo, é um rico e importante recurso pedagógico, permitindo o envolvimento do aluno, percebendo-se como sujeito capaz de participar, compreender e transformar a sociedade na promoção de um debate coletivo na turma.
Desde o nosso nascimento convivemos com as diferentes formas de linguagem e expressão, por isso é tão importante refletirmos sobre as metodologias que oportunizarão às crianças a reflexão e a compreensão do funcionamento da nossa Língua num ambiente que respeite a sua infância, a sua necessidade de questionar e de aprender brincando, manuseando os diversos tipos de textos que estão disponíveis em nossa sociedade letrada.
A alfabetização é um processo dinâmico de construção social que transcende a fragmentação e a descontextualização, já que a criança participa ativamente das práticas culturais de uso da escrita exigindo a troca de idéias, a emoção e a ação de escrever sobre essas idéias e sentimentos.
A experiência do ler e do escrever em sala de aula deve ser útil, contextualizada, interessante, divertida e interdisciplinar seguindo sua função social e cultural, onde a criança formará conceitos e compreenderá o mundo que a cerca, sentindo-se parte dele, não como um mero expectador, mas como um sujeito importante inserido nesse processo, sendo capaz de refletir e de posicionar-se, estabelecendo relações com outros conceitos.

“a leitura da palavra, da frase, da sentença, jamais significou uma ruptura com a “leitura” do mundo” (Paulo Freire, 1991,p.15).

domingo, 8 de novembro de 2009

EJA: alfabetização e linguagem

A organização curricular da EJA não pode apresentar as mesmas propostas oferecidas às crianças do Ensino Regular. Essa infantilização do jovem e do adulto aumentaria sua baixa estima, continuaria com o processo histórico de exclusão e de humilhação de sua dignidade, confirmando sua falta de capacidade cognitiva, reforçando os motivos que os levariam novamente a abandonar a escola.
Ignorar os aspectos psicológicos do adulto, seus hábitos familiares e sociais, sua maneira de ver e de sentir o mundo letrado ou não letrado, menosprezando sua capacidade cognitiva é negar o próprio sujeito e sua evolução humana e intelectual.
O professor que desempenha suas funções com jovens e adultos deve adequar os conteúdos da escola à prática pedagógica que venha de encontro ao perfil social, cultural e às possibilidades e necessidaddes reais dessas pessoas, favorecendo o diálogo entre suas experiências vividas, seus saberes construídos ao longo da vida.
Esse processo de aprendizagem dialógico e cidadão traz uma conotação repleta de significados para esses aprendizes, levando em consideração todas as especificidades, as diversidades culturais e sociais e a multiplicidade de conexões que esses alunos tecerão na coletividade escolar.
Esses homens e mulheres sabem muitas coisas e desconhecem outras. Quanto maior as possibilidades de aprendizagens significativas e contextualizadas que lhe forem oferecidas no cotidiano escolar, dando conta de sua diversidade e de seus anseios comuns, maior será sua integração nesse contexto educacional e intelectual.
"Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo." (Paulo Freire)
Nas relações tecidas na escola, ampliar-se-ão a comunicação e as interações entre eles, multiplicando a troca de conhecimentos, superando assim, na convivência humana, mediada pelo professor, as dificuldades e limites, porque os sujeitos se modificam; modificando também sua maneira de perceber o mundo que os cerca.
Portanto, os conteúdos necessários para a educação desses jovens e desses adultos são aqueles que possam ajudá-los a construir a sua autonomia na sua vida cotidiana e social, como, por exemplo: pegar um ônibus; conhecer e localizar-se em sua cidade; providenciar documentos; saber portar-se e vestir-se adequadamente para uma entrevista de emprego; saber pesquisar num classificados de jornal; usar o computador, etc.
Resumindo, esses conteúdos iriam preparar esse educando para a melhoria de sua qualidade de vida, desempenhando com autonomia e segurança sua vida social, pessoal, afetiva, profissional, intelectual, política, econômica sentindo-se parte desse coletivo nessa sociedade tão complexa e exigente.
"(...) Nosso próprio pensamento... nasce e forma-se em interação e em luta com o pensamento alheio, o que não pode deixar de refletir nas formas de expressão verbal do nosso pensamento."(Bakhtin, 2000, pg 317)
A fonte da linguagem encontra-se no centro das relações humanas, tornando-se necessário que a metodologia pedagógica da alfabetização da EJA facilitem e oportunizem a leitura e a produção textual sempre relacionada ao cotidiano desses sujeitos que pensam, que sentem, que vivem, que sonham com um mundo melhor.
Lembrando que a linguagem oral deve ser respeitada como parte soberana da identidade antropológica do homem, onde as variedades culturais devem ser respeitadas como um direito legítimo do cidadão de expressar-se oralmente, mas oferecendo na escola o acesso à linguagem formal para que saibam como e onde usá-la.
Sendo assim, as atividades de leitura e de produção textual devem perpassar a problematização cotidiana desse aluno, problematizando seu dia-a-dia, dando-lhe condições de agir com autonomia sobre assuntos como, por exemplo: diferenças entre os gêneros; sexualidade e saúde; importância e dificuldades encontradas no trabalho rural e no urbano; direitos e deveres do cidadão brasileiro; violência e drogas; preconceito e discriminação; poder e corrupção; administração do dinheiro público; democracia e cidadania; etc., ampliando seus conhecimentos sobre a língua, as conquistas e relações humanas possíveis através dela num processo de consciência coletiva de uma comunidade.
É fundamental que o professor da EJA, reflita sobre sua prática, também como um adulto com capacidade cognitiva que encontra-se em processo de formação e atualização, conhecendo as importantes teorias que fortalecerão e embasarão sua ação pedagógica nas relações individuais e coletivas articuladas nesse contexto escolar.
"Mas a gente sempre erra", como dizia Paulo Freire," somos seres inacabados, há sempre novos erros a cometer, novas lições a aprender."

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

TEMAS GERADORES

Refletindo sobre tudo o que li e vi sobre os Temas Geradores ,proposta pedagógica numa perspectiva Freireana, pude questionar-me com muita seriedade e preocupação sobre a minha prática pedagógica na atual conjuntura educacional com que me deparo em meu cotidiano escolar:
*Procuro conhecer a realidade de onde vem meu aluno? Qual sua história de vida, seus desejos e seus saberes?
*Oportunizo, em minha sala de aula, que meu aluno compreenda a sua realidade, seu contexto familiar, e social?
*Minhas propostas são lúdicas, interessantes, desafiadoras, contextualizadas e dialógicas, partindo de nosso coletivo educacional?
*Promovo situações de criação/ recriação, de ação/reflexão oportunizando que meu aluno exercite sua criticidade, podendo fazer uma leitura/releitura da dominação e do controle que muitas vezes tentam nos alienar?
*Minha postura de vida, meu fazer profissional, minha relação com o meu coletivo está em busca da democracia? Defende o amor, o diálogo, a solidariedade, a vida mais digna e justa para toda a coletividade?
Concluo que tenho procurado acertar em minhas ações/reflexões, interagindo com meus alunos através do diálogo verdadeiro e humano, do vínculo afetivo seguro e confiável, acreditando na capacidade das novas gerações de transformar o mundo para melhor
Sei da responsabilidade que tenho nas minhas mãos com relação a um fazer pedagógico, criador e libertador, sendo humilde para reconhecer-me como um eterno aprendiz, estando aberto à contribuição dos meus alunos, dos seus pais, dos meus colegas, etc.
Estou no caminho certo à medida que contribuo para que meu aluno seja o gestor e o co-responsável por sua aprendizagem; que sou coerente com meu discurso e minha ação, envolvendo-me na realização de projetos colaborativos e interdisciplinares, respeitando a cultura, o conhecimento, o ritmo e os anseios de meu educando.
Acredito numa Educação como um processo emancipatório e cidadão, numa dimensão sócio-política-epistemológica.

domingo, 25 de outubro de 2009

NOSSO PROJETO "CONSTRUINDO UM MINHOCÁRIO" APRESENTADO NA FEIRA DE CIÊNCIAS DA ESCOLA








PROJETO DE CIÊNCIAS
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:

ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL PROFESSORA CLOTILDE ROSA
1º A 5º ANO

DIRETORA ROSIRIS MAGNO

RUA GENERAL OSÓRIO, 511, SALGADO FILHO, PDA 79, GRAVATAÍ, RS

FONE 34885353

2º ANO- TURMA 229- MANHÃ

PROFESSORA ROSELAINE DA MOTA ZANETTE




"CONSTRUINDO UM MINHOCÁRIO"
OBJETIVOS:
*DESCOBRIR A IMPORTÂNCIA DAS MINHOCAS NO MEIO AMBIENTE;
*CONHECER SOBRE A VIDA DAS MINHOCAS;
DURAÇÃO:
14 A 24 de outubro
MATERIAL NECESSÁRIO:
*garrafa pet de 2 litros, lisa e transparente com o gargalo cortado;
*terra escura preta (de jardim);
*terra de cor mais clara, pode ser areia;
*esterco;
*carvão ativado;
*folhas secas;
*pó de giz branco;
*1 pedaço de tule ou de tela de náilon, bem flexível, de espessura fina;
*1 par de luvas plásticas ou de silicone, já usadas, mas inteira para que a criança possa manusear o material sem contaminar-se;
*1 saco de lixo preto e pequeno;
*5 minhocas vivas.
MODO DE PREPARO DO MINHOCÁRIO:
Colocamos no fundo da garrafa pet um grossa camada de terra preta( de jardim), alternando uma camada de terra clara, depois pó de giz, pó de carvão ativada.
Recomeçamos o processo novamente até enchê-la.
Regamos a mistura, mas sem encharcá-la, apenas umedecendo-a.
Soltamos as minhocas na última camada, de baixo para cima.
Fechamos a abertura com a tela de náilon e um atilho.
Envolvemos o minhocário, menos a sua abertura superior, com o saco de lixo preto.
Colocamo-lo num lugar que não batesse sol direto, num canto da dispensa da escola, deixamo-lo ali sem mexer, durante 1 semana.
HIPÓTESES LEVANTADAS PELOS ALUNOS:
*As minhocas vão encher o minhocário com filhotes e os filhotes vão morrer porque não terá lugar para todas. (Weslem -8 anos)
*As minhocas vão morrer no escuro. (Henrique- 6 anos)
*Não vão morrer não, pois vai entrar ar por cima.(Bruno- 7 anos)
*Elas gostam de comer terra e vão abrir caverninhas dentro da terra como na história da "Lucinda, a minhoca gulosa". (Paloma- 8 anos)
*As minhocas vão se engasgar com giz. (Laís- 7 anos)
PROVOCAÇÕES DA PROFESSORA :
*Por que foi preciso envolver o minhocário com saco de lixo preto? Por que não usamos outra cor mais clarinha?
*Por que não colocamos o minhocário num local que bata sol direto nele?
*O que aconteceria se encharcássemos o minhocário de água?
*O que acontecerá com o minhocário após 1 semana?
*Uma semana é um tempo suficiente parapara vermos o que acontecerá com nossas minhocas em seus minhocários?
ACONTECIMENTOS RELEVANTES DURANTE A REALIZAÇÃO DO PROJETO:
Os alunos mostraram-se excitados em realizar o minhocário. A mãe de um deles disse-me que seu filho não dormira na noite anterior, de tão ansioso. Poucos alunos não compareceram a aula nesse dia: "Minha mãe disse para eu ficar em casa, ela não sabia onde comprar o material." (Material que foi pedido com uma semana de antecedência)
Os que tinham material pediram ajuda aos que não o tinham para fazer o seu minhocário.
A Diretora da Escola incentivou-nos muito: comprou-nos o carvão ativado, cedeu-nos o tanto de giz branco de que precisaríamos, permitiu-nos que realizássemos a construção do minhocário na pracinha, pois não era nosso "Dia de Pracinha"(Fizemos uma troca de dia com a professora da outra turma), arrumou-nos, através do Sr Olmiro, Auxiliar de Serviços Gerais da Escola, o local para colocarmos os terrários.
Os alunos estavam ansiosos para abrí-los.
Os pais colaboraram sensivelmente com nosso projeto, contribuindo com pesquisas feitas no computador sobre as minhocas, prestigiando nossa apresentação na Feira de Ciências realizada na Escola no dia 24 de outubro.
PROCEDIMENTOS, ENQUANTO ESPERÁVAMOS ANSIOSAMENTE A PASSAGEM DA SEMANA:
*Leituras na internet sobre as minhocas;
*Leitura em livros;
*Construção de um texto coletivo sobre todas as descobertas que fizemos sobre as minhocas.
APÓS O PRAZO DE UMA SEMANA, CADA UM PEGOU O SEU MINHOCÁRIO, OBSERVOU-O, DEPOIS DE RETIRAREM OS SACOS DE LIXO PRETO DE SUA VOLTA.
COLOCARAM ORALMENTE O QUE OBSERVARAM E ESCREVERAM SUAS OBSERVAÇÕES. LOGO APÓS, SOCIALIZARAM SUAS PRODUÇÕES TEXTUAIS.
ORIENTEI-OS NA CONSTRUÇÃO DA CONCLUSÃO COLETIVA PARA O PROJETO, PROCURANDO MANTER A ORIGINALIDADE DE SEU VOCABULÁRIO.
TORNAMOS A REVESTÍ-LOS COM SACO PRETO, DEPOIS DE UMEDECÊ-LOS NOVAMENTE, COLOCANDO-OS NO MESMO LUGAR ONDE ESTAVAM ATÉ A APRESENTAÇÃO DE NOSSO PROJETO NA FEIRA DE CIÊNCIAS, QUE ACONTECEU NO DIA 24 DE OUTUBRO, SÁBADO PELA MANHÃ.
A FEIRA FOI PRESTIGIADA PELOS PAIS, PELA COMUNIDADE E PELOS ALUNOS DA ESCOLA.
CADA ALUNO LEVOU SEU MINHOCÁRIO PARA CASA AO TERMINAR A FEIRA, DEVOLVENDO AS MINHOCAS PARA A NATUREZA.
A APRESENTAÇÃO DOS MEUS ALUNOS FOI UM SUCESSO.
O SLIDESHOW QUE ESTÁ POSTADO MOSTRA AS FOTOS DO DIA EM QUE ABRIMOS OS MINHOCÁRIOS PARA CONCLUIR NOSSO PROJETO E AS FOTOS REFERENTES À APRESENTAÇÃO DO MESMO.
CONCLUSÃO COLETIVA:
As minhocas comem a terra , assim vão furando-a formando túneis subterrâneos (galerias). Esses tuneizinhos ajudam a água da chuva e o ar (oxigênio) a entrar na terra, evitando que o encharcamento das águas da chuva apodreça as raízes das plantinhas.
As minhocas se alimentam de terra e da matéria orgânica (cascas de fruta, folhas secas, galhos secos) que essa terra possui. Depois ela expele pelo seu ânus (Aparelho Excretor) a maioria daquilo que comeu em forma de húmus.
O húmus é o adubo orgânico de melhor qualidade para o crescimento e para a saúde das plantinhas.
Por isso as minhocas são tão importantes para a agricultura, para que tenhamos um solo fértil e de boa qualidade para a vida dos vegetais.
Elas são importantes também para a nossa vida, porque precisamos das plantas para nos alimentarmos. As plantas também soltam oxigênio para que possamos respirar ar puro.

POSTAGEM EM CONSTRUÇÃO